quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

VENCEDORES DO CNL 2014 - 1ª FASE EM ARRIFANA

Já estão apurados os vencedores do Concurso Nacional de Leitura (que por acaso são vencedoras), na fase escola, em Arrifana.
Parabéns às três vencedoras que irão representar a escola básica de Arrifana na fase distrital.


Percentagem dos resultados obtidos:
Total de provas realizadas: 48
Resultados positivos (10 a 20 respostas corretas): 71%
Resultados negativos (menos de 10 respostas corretas): 29%

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - FASE ESCOLA

Decorreu, hoje, a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura no Agrupamento de Escolas de Arrifana, Santa Maria da Feira, nas duas escolas básicas. Participaram 169 alunos do 3º ciclo, 48 de Arrifana e 121 de Milheirós de Poiares, mas apenas três de cada escola podem passar à fase distrital.
Através de um questionário online, os alunos testaram os seus conhecimentos acerca da obra escolhida para esta fase: A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez.

Na BE de Arrifana


Na BE de Milheirós de Poaires

domingo, 12 de janeiro de 2014

NOVIDADES DOCUMENTAIS NA BE

Ano Novo, livros novos na Biblioteca Escolar da EB23 de Milheirós de Poiares.


CONCURSO DE DESENHO

Concurso de desenho promovido pela revista Visão Júnior deste mês, com base num livro de João Manuel Ribeiro e Gisela Silva. Para alunos entre os 8 e os 14 anos.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DESAFIO DA LÍNGUA PORTUGUESA Nº12 - CORREÇÃO

Frase correta: "isto não tem nada a ver comigo."

EXPLICAÇÃO
Muita gente confunde as expressões “ter a ver” e “ter a haver”, que têm significados muito diversos. São parónimas, isto é, têm significado e grafia diferentes, mas são semelhantes.

Ter a ver = ter que ver, estar relacionado. Quando quisermos dizer que algo não tem relação com outra coisa, deve usar-se “a ver”.
É uma forma antiga. Dizia-se “ter que ver” mas, por influência do francês, simplificou-se.

Ter a haver = receber ou recuperar algo (dinheiro, em muitos casos). 
Por exemplo: "tenho a haver cinco euros."

Mais exemplos:
Não tenho nada a ver com as tuas explicações. É tudo problema teu!
Não tenho a haver mais explicações. Está tudo resolvido.




DESAFIO DA LÍNGUA PORTUGUESA Nº13

Completa a frase com a expressão correta: por que ou porque?
Responde nos comentários e indica o teu nome e turma.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

ANIVERSÁRIO DE SIMONE DE BEAUVOIR


Simone de Beauvoir, escritora francesa feminista (Paris 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de 1986), foi, hoje, homenageada pelo Google, no dia em que faria 106 anos.


Simone de Beauvoir no catálogo concelhio de bibliotecas escolares.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A MELHOR CARTA MERECE UM TABLET

Queres ganhar um tablet? Tens entre 9 e 15 anos? Gostas de música? Gostas de escrever? Então, este concurso é para ti. Só tens de escrever a melhor carta sobre o tema indicado e a vencedora irá representar Portugal no concurso internacional!
Escreve a tua carta e entrega-a na biblioteca da tua escola.
Data limite: 28 de fevereiro.



DESAFIOS CURRICULARES

Já estão afixados os desafios curriculares de janeiro. Vai à BE e participa.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A LUA DE JOANA - GLOGSTER

Uma leitura de A lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez, livro selecionado pelo concelho de Santa Maria da Feira para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura (3ºciclo).

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

DEPENDÊNCIAS NA LITERATURA

A propósito do tema do Parlamento dos Jovens, "Prevenir e evitar as dependências" e do livro selecionado para o CNL deste ano, A lua de Joana, aqui fica uma parte de uma entrevista dada pelo escritor Alexandre Honrado à Casa da Leitura onde ele fala do tema da toxicodependência na sua obra:
- "Muitos dos protagonistas das suas histórias juvenis vivem em ambientes familiares invulgares, ou têm histórias de proximidade com as drogas ou a toxicodependência. Porque é que escolhe tratar estes temas tão frequentemente?
- Isso acontece numa parte da minha obra por várias razões. Primeiro, porque contactei com algumas realidades juvenis dentro do âmbito de coisas que fiz como professor e ligada ao teatro em que fiz alguns exercícios em zonas onde era realidade muito comum). Mas também porque a sociedade tem esses temas presentes e, portanto, não vamos esconder, nem vamos fazer o «truque da avestruz», meter a cabeça na areia e não ver que isso existe todos os dias. Há um toxicodependente em todas as famílias, mesmo que não se saiba nem se perceba. As toxicodependências no geral não são coincidentes com o consumo das drogas pesadas: pode consumir-se drogas leves, ou ser dependente da cafeína, ou do cigarro, que é uma droga tão má e tão brutal como outra qualquer; há sempre um toxicodependente em todas as famílias, nem que seja o avô que começou a fumar depois dos 80. Mas essas realidades estão presentes na minha obra como estão outras. Penso que terei sido talvez um dos cinco ou seis autores que recorreu mais a esse tipo de realidades, porque é inevitável. Já disse isto mais do que uma vez em escolas: se eu pudesse, só escrevia livros para rir, para divertir. (…)"